O que não pode deixar de fazer na Chapada Diamantina?

por: Pedro Souza

Foto: Canva

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A jornada geralmente começa em Lençóis, cidade histórica tombada pelo Iphan. Com sua arquitetura colonial preservada e excelente infraestrutura de hotéis e restaurantes, é a base perfeita para explorar a região.

O cartão-postal definitivo é o Morro do Pai Inácio. A subida é acessível e recompensa o visitante com uma vista panorâmica de 360 graus dos morros, sendo o local obrigatório para assistir ao pôr do sol mais famoso da Chapada.

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Prepare-se para um espetáculo visual no Poço Azul e Poço Encantado. Em certas épocas, um raio de sol penetra nas cavernas, criando uma água de tom azul neon surreal. No Poço Azul, ainda é permitida a flutuação.

A grandiosidade da natureza aparece na Cachoeira da Fumaça. Com quase 360 metros, a água evapora antes de tocar o chão. A trilha por cima, saindo do Vale do Capão, oferece uma vista vertiginosa do cânion.

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Para quem busca emoção, a Cachoeira do Buracão é imbatível. A chegada envolve caminhar por um cânion estreito e nadar (flutuação) contra a correnteza até dar de cara com uma queda d'água estrondosa no final.

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O Vale do Pati é o "santo graal" do trekking no Brasil. É uma experiência imersiva de vários dias, caminhando por paisagens selvagens e hospedando-se em casas de nativos, ideal para quem busca conexão total e desafio.

Então, o que não deixar de fazer? O roteiro essencial deve incluir: pôr do sol no Pai Inácio, flutuação no Poço Azul, a vista da Fumaça, a aventura no cânion do Buracão e, se tiver fôlego, a travessia do Vale do Pati.

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