por: Pedro Souza
Foto: Canva
O título de "Maldivas da Europa" não é por acaso. Ele nasceu da impressionante beleza natural da Riviera Albanesa, especialmente na região de Ksamil, onde praias de areia branca e águas azul-turquesa rasas lembram o arquipélago asiático.
O fator econômico foi decisivo. Enquanto destinos vizinhos como Itália e Grécia inflacionaram seus preços, a Albânia manteve-se como um refúgio de luxo acessível, oferecendo hotéis, gastronomia e lazer por uma fração do custo.
A explosão de popularidade veio através das redes sociais. No verão de 2023, vídeos virais de influenciadores mostraram ao mundo esse paraíso "escondido", transformando o país em uma tendência global instantânea.
A história também desempenhou um papel. Após décadas de isolamento sob um regime comunista até 1991, a Albânia permaneceu fora do radar do turismo de massa, preservando uma aura de "joia intocada" que agora fascina os viajantes.
A melhoria na infraestrutura facilitou o acesso. Novos voos de baixo custo para a capital, Tirana, e a conexão via ferry a partir da ilha grega de Corfu tornaram a chegada ao litoral sul muito mais prática e rápida.
No entanto, o apelido vem com uma ressalva importante. Ele se aplica principalmente à faixa costeira (25% do país). O interior da Albânia é marcado por montanhas e vilarejos rurais que oferecem uma experiência cultural totalmente diferente.
Então, como virou? Foi a combinação perfeita de beleza visual "instagramável", preços baixos e o fim do isolamento, criando um fenômeno turístico que posicionou a Albânia como a nova queridinha do verão europeu.
O quiz que revela o continente com a sua vibe.
A sua próxima aventura começa agora.