Foto: Canva
por: Pedro Souza
Lombok é o refúgio para quem acha Bali agitada demais. A ilha oferece uma experiência rústica e autêntica, ideal para quem busca natureza intocada, praias desertas e cultura local longe das multidões turísticas.
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A logística é simples. Voos de 40 minutos ligam Bali ao aeroporto de Praya rapidamente. Para economizar, o ferry público saindo de Padang Bai custa pouco, mas exige paciência para uma travessia lenta de até 5 horas.
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A base define a viagem. Kuta Lombok, no sul, é o paraíso dos surfistas e mochileiros, servindo de porta para a famosa Pink Beach. Já Senggigi, no oeste, oferece resorts à beira-mar e pores do sol inesquecíveis.
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O desafio físico é o Monte Rinjani. Escalar o segundo maior vulcão da Indonésia exige guias e dias de trekking, mas o norte da ilha também recompensa os menos aventureiros com cachoeiras impressionantes como Benang Kelambu.
A liberdade tem duas rodas. Alugar uma scooter é a melhor forma de explorar as estradas rurais, visitar as tradicionais vilas da etnia Sasak e descobrir a cultura de tecelagem local que Bali já perdeu um pouco.
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O bolso agradece. Lombok é geralmente mais barata que a vizinha famosa, com hotéis a partir de R$ 64. Leve Rúpias em espécie, pois caixas eletrônicos são raros fora dos centros turísticos e o custo de vida é baixo.
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Então, como visitar? A fórmula ideal é voar até Praya, alugar uma scooter em Kuta para caçar praias virgens e reservar dias para o trekking no Rinjani, curtindo o paraíso gastando bem menos que em Bali.
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O quiz que revela o continente com a sua vibe.
A sua próxima aventura começa agora.