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Como sobreviver ao Estreito de Drake?

por: Pedro Souza

A travessia entre a América do Sul e a Antártica é lendária. Embora os navios polares modernos sejam extremamente seguros, o desafio real não é a segurança da embarcação, mas o seu conforto físico e mental durante o trajeto.

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Existem duas versões desse mar: o raro "Drake Lake" (calmo como um lago) e o famoso "Drake Shake" (com ondas de 10 metros). Prepare sua mente para o pior cenário; saber que o balanço é temporário ajuda a controlar a ansiedade.

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A prevenção medicamentosa é vital. Consulte seu médico sobre adesivos de escopolamina ou remédios para enjoo. O segredo crítico é começar a medicação antes de sair do porto de Ushuaia, não espere o balanço começar.

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A dieta deve ser defensiva. Durante a travessia, corte álcool, gorduras e comidas picantes. Prefira alimentos secos e simples, como torradas e bolachas de água e sal, e mantenha-se hidratado bebendo água em pequenos goles.

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Engane seu cérebro. Se o enjoo surgir, fixar o olhar no horizonte ajuda a recalibrar o labirinto. O ar fresco do convés é melhor que o da cabine, mas se for insuportável, a melhor estratégia é deitar-se de olhos fechados.

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A escolha da embarcação influencia o impacto. Navios de expedição maiores e mais modernos possuem estabilizadores tecnológicos que mitigam o movimento, sendo opções melhores que barcos pequenos para quem tem estômago sensível.

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Então, como sobreviver? A tática é: escolha um navio robusto, inicie o remédio ainda em terra, coma alimentos leves e, se o "Drake Shake" atacar, segure firme nos corrimãos e espere a Antártica chegar.

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