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Como ver o tradicional Haka e os gêiseres de Rotorua?

por: Pedro Souza

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Rotorua é o coração pulsante da Nova Zelândia, onde o cheiro de enxofre e a vibração cultural se misturam. A cidade oferece experiências distintas, desde banquetes noturnos até parques de cores surreais.

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Se busca imersão noturna e gastronomia, o Mitai Maori Village impressiona. Você verá guerreiros em canoas (waka) num rio sagrado e participará de um banquete Hāngī, cozido lentamente em fornos sob a terra.

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Para quem prioriza paisagens de outro mundo, o Wai-O-Tapu é o lugar. Lá fica a colorida Champagne Pool e o Lady Knox, um gêiser que entra em erupção pontualmente às 10h15 da manhã (com uma ajudinha humana).

O Haka é uma exibição visceral de orgulho e força. Ver os olhos arregalados, ouvir os gritos e sentir as batidas no peito ao vivo dentro de uma casa de encontro tradicional (Marae) é uma experiência arrepiante.

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Já a força bruta da natureza reina no Te Puia. O local abriga o Pōhutu, o maior gêiser ativo do hemisfério sul, que explode naturalmente lançando água fervente a até 30 metros de altura várias vezes ao dia.

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Além do vapor, o Te Puia preserva a história. O complexo conta com o Instituto de Artes Maoris, onde é possível ver artesãos trabalhando em talha e tecelagem, além de um centro de conservação de pássaros Kiwi.

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Então, como ver tudo junto? A estratégia perfeita para unir a dança de guerra e os jatos de água quente em um só local é visitar o Te Puia, garantindo o combo de cultura e geologia no mesmo ingresso.

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