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Como visitar Bora Bora sem gastar milhões?

por: Pedro Souza

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O primeiro passo é o calendário. Esqueça a alta temporada de maio a outubro. Para economizar de 30% a 50%, viaje na "temporada verde" (novembro a abril), aceitando um pouco mais de chuva em troca de tarifas possíveis.

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Troque o bangalô sobre a água por "pensions" familiares ou Airbnbs. Os resorts de luxo nos motus isolam o turista e cobram caro. Ficar na ilha principal (Vaitape) corta o custo da diária drasticamente e traz autenticidade.

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Fugir dos restaurantes de hotel é vital. Se hospedar na ilha principal permite cozinhar com itens do mercado ou comer nos Roulottes, food trucks locais que servem pratos deliciosos e baratos à noite em Vaitape.

O luxo pode ser gratuito. A praia de Matira Beach é pública, tem a mesma areia branca e água turquesa dos resorts exclusivos e não custa um centavo. É considerada uma das praias mais bonitas do mundo e é acessível a todos.

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A locomoção deve ser simples. Evite táxis caros e use o transporte público "Le Truck", ou alugue uma bicicleta para explorar a ilha. Para passeios de barco, prefira grupos compartilhados em vez de lanchas privadas.

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Estratégia de roteiro: não fique só lá. Combine Bora Bora com ilhas vizinhas mais baratas, como Moorea ou Huahine. Passe apenas 2 ou 3 dias na "pérola do Pacífico" para a experiência icônica e economize no resto da viagem.

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Então, como não gastar milhões? A fórmula é: viaje na baixa temporada, fique em pousadas na ilha principal, coma nos food trucks e aproveite a praia pública de Matira, vivendo o sonho sem falir.

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