Foto: Canva
por: Pedro Souza
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O reino, agora chamado oficialmente de Essuatíni, possui uma vida espiritual vibrante. A fé desempenha um papel central na sociedade, moldando festivais culturais, a estrutura familiar e até as cerimônias oficiais da monarquia.
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Embora haja uma maioria clara, existe diversidade. Comunidades minoritárias, como muçulmanos (cerca de 2%), hindus e bahá'ís, coexistem pacificamente, além de um pequeno grupo que segue puramente crenças indígenas ancestrais.
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A prática religiosa no país é única devido ao sincretismo. Muitas pessoas não veem contradição em frequentar a igreja aos domingos e, ao mesmo tempo, manter rituais tradicionais africanos de honra aos ancestrais.
A vertente mais popular é o "Zionismo" (Igreja Sionista), seguida por cerca de 40% da população. Ela é o exemplo perfeito dessa mistura, unindo teologia cristã com curas espirituais e o uso de vestes coloridas simbólicas.
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As denominações clássicas também têm força. O Catolicismo Romano abrange cerca de 20% dos fiéis, enquanto anglicanos, metodistas e igrejas pentecostais somam outros 30%, tendo uma presença marcante nas áreas urbanas.
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Essa fusão de fé é visível em eventos nacionais. Festivais sagrados como a Dança dos Juncos (Umhlanga) e a cerimônia Incwala são celebrados tanto como atos culturais patrióticos quanto como eventos espirituais profundos.
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Então, qual a religião predominante? Com cerca de 90% da população se declarando adepta, o Cristianismo (em suas formas tradicionais e sincréticas) é a fé absoluta que define a identidade espiritual de Essuatíni.
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