Foto: Canva
por: Pedro Souza
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A Grande Migração é um ciclo sem fim que ignora fronteiras. Milhões de gnus e zebras viajam constantemente entre o Serengeti, na Tanzânia, e o Maasai Mara, no Quênia, perseguindo as chuvas e pastos frescos.
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O ano começa na Tanzânia. De janeiro a março, as planícies de Ndutu, no sul do Serengeti, viram um berçário gigante. É a temporada de nascimentos, atraindo predadores famintos por presas fáceis e vulneráveis.
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Em junho e julho, a manada ruma ao oeste do Serengeti. O desafio é o Rio Grumeti. Embora menos famosa que a travessia do norte, essa etapa oferece ação intensa com crocodilos e muito menos turistas competindo por visão.
O clímax dramático ocorre entre agosto e outubro. As manadas alcançam a fronteira norte e enfrentam o lendário Rio Mara. É o palco das travessias caóticas e mortais contra crocodilos que vemos nos documentários.
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No Quênia, a densidade impressiona. Por ser uma reserva menor que o Serengeti, o Maasai Mara concentra os animais durante a seca, facilitando avistamentos, mas também gerando maior aglomeração de veículos de safári.
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Em novembro, as nuvens de chuva chamam de volta. O ciclo se fecha quando os rebanhos deixam o Quênia e descem novamente para a Tanzânia, iniciando a marcha de retorno para o sul antes que o ano acabe.
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Então, onde ver? A resposta está no calendário. Para ver nascimentos e predadores, escolha a Tanzânia (jan-mar). Para as icônicas travessias de rio, o vencedor é o Quênia (ago-out).
O quiz que revela o continente com a sua vibe.
A sua próxima aventura começa agora.