por: Pedro Souza
Foto: Canva
A Europa segue liderando. A Espanha brilha com Valência e um visto que exige renda de € 2.760. Já Portugal atrai com o sol e a comunidade da Madeira, pedindo cerca de € 3.480 mensais para o Visto D8.
Na América Latina, o México é favorito pelo fuso horário alinhado aos EUA e baixo custo de vida. O visto de residente temporário é acessível (aprox. US$ 2.595 de renda), com um processo burocrático simples.
Para quem busca custo baixo e clima tropical, a Tailândia é o paraíso. Hubs como Chiang Mai atraem multidões. O visto de turista (60 dias renováveis) funciona bem para quem não quer pagar pelo visto de longo prazo.
Se você odeia burocracia, a Geórgia é o destino. Cidadãos de 95 países podem viver lá por um ano inteiro sem visto complexo ou exigências absurdas, sendo ideal para quem busca simplicidade na chegada.
O Brasil entra forte no mapa com um dos vistos mais acessíveis do mundo. Florianópolis é a queridinha pelo estilo de vida, enquanto Brasília se destaca globalmente pela infraestrutura de internet e custo.
Não olhe apenas para a paisagem. Internet rápida é oxigênio para o nômade. Além da conexão, avalie a segurança e a existência de uma comunidade ativa para networking, vital para não se sentir isolado.
Então, qual escolher? Em 2026, a decisão depende do equilíbrio entre sua renda comprovada (Europa exige mais) e o custo de vida (Ásia/LatAm vencem), priorizando sempre locais onde o Wi-Fi é estável.
O quiz que revela o continente com a sua vibe.
A sua próxima aventura começa agora.