Onde morar sendo nômade digital?

por: Pedro Souza

Foto: Canva

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A escolha do novo lar é um quebra-cabeça que equilibra custo de vida, segurança e a qualidade vital da internet. A decisão varia se você busca economizar ao máximo na Ásia ou viver a história na Europa.

O Sudeste Asiático é a "escola" dos nômades. Chiang Mai (Tailândia) é o clássico absoluto pelo custo baixíssimo e comunidade gigante. Já Bali oferece a estética perfeita de cafés e yoga, apesar do trânsito.

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Na Europa, a qualidade de vida reina. Lisboa é o hub solar com facilidade de idioma, enquanto Valência (Espanha) brilha com internet rápida e custos mais racionais que os grandes centros como Madri.

Para quem precisa de fuso horário alinhado ao Brasil ou EUA, a América Latina é imbatível. A Cidade do México entrega cultura vibrante, e Medellín conquista pelo clima de "eterna primavera" e inovação.

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Se o foco é custo-benefício em cidades globais, olhe para o leste e o sul. Praga oferece charme histórico barato na Europa, e Buenos Aires seduz com gastronomia e cultura, favorecida pelo câmbio atual.

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Antes de fazer as malas, valide a infraestrutura. Use sites como o Nomad List para checar a velocidade real do Wi-Fi e verifique se o país exige vistos complexos ou se aceita turistas por longos períodos.

Então, onde morar? Iniciantes devem ir para Chiang Mai (custo), quem busca estabilidade escolhe Portugal ou Espanha, e quem precisa de fuso horário ocidental aposta em Medellín ou México.

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