por: Pedro Souza
Foto: Canva
O Taiti é um sonho de consumo, mas a parte burocrática preocupa. Por ser um território ultramarino da França, suas regras de imigração seguem a lógica europeia, mas com especificidades que o viajante precisa conhecer antes de embarcar.
A diplomacia joga a favor. O Brasil possui um Acordo de Isenção de Vistos com a União Europeia que facilita o trânsito turístico, e essa regra costuma se estender aos territórios franceses situados fora do continente europeu.
A validade do documento é crucial. A imigração exige a apresentação de um passaporte brasileiro válido por pelo menos seis meses a partir da data de chegada. Não adianta ter o documento em mãos se ele estiver perto de vencer.
A intenção de retorno deve ser provada na entrada. O oficial de imigração exigirá a apresentação da passagem aérea de volta ao Brasil ou de saída confirmada para um terceiro país, garantindo que sua estadia é temporária
O teto deve estar garantido. É necessário apresentar o comprovante de reserva de hotel impresso ou, caso pretenda ficar na casa de amigos ou moradores, uma carta-convite oficial validando seu endereço de hospedagem na ilha.
O sustento financeiro é verificado. Como o custo de vida na Polinésia é alto, tenha em mãos provas de fundos suficientes (extratos bancários, cartões de crédito ou dinheiro em espécie) para cobrir seus dias de lazer.
Então, precisa de visto? A resposta é não. Para turismo de até 90 dias, o brasileiro está isento de visto, bastando apresentar o passaporte válido e os comprovantes de viagem diretamente na imigração.
O quiz que revela o continente com a sua vibe.
A sua próxima aventura começa agora.