por: Pedro Souza
Foto: Canva
As Pirâmides de Gizé são uma maravilha da humanidade, mas a visita pode se tornar estressante devido ao assédio de vendedores e golpistas. Para garantir uma experiência tranquila, a preparação e uma postura firme são essenciais.
O primeiro desafio surge na chegada. Ignore qualquer pessoa na rua dizendo que a "bilheteria mudou", que o local "está fechado para almoço" ou que você precisa de um passe especial. Vá direto ao guichê oficial na entrada do complexo.
Dentro da área, a regra de ouro é: nada é de graça. Recuse firmemente "presentes" (lenços, souvenirs) ou ofertas de ajuda para tirar fotos. Assim que você aceitar o item ou o serviço, uma gorjeta agressiva será exigida.
Vai andar de camelo ou charrete? Negocie tudo antes. Acerte o preço total (não por pessoa), a moeda e a duração exata do passeio antes de subir. Um golpe comum é cobrar barato para subir e um valor absurdo para deixar você descer.
A logística financeira evita dores de cabeça. Para chegar lá, use aplicativos como Uber para garantir preço fixo e rota segura. Leve sempre dinheiro trocado em notas pequenas, pois a tática de "não tenho troco" é clássica.
A melhor defesa é um profissional. Contratar um guia oficial ou agência de confiança transforma a visita. Além do contexto histórico, eles funcionam como um "escudo", afastando vendedores insistentes e negociando por você.
Então, como evitar golpes? A estratégia blindada é: use Uber até o portão oficial, ignore abordagens aleatórias, não aceite "presentes" e visite o complexo acompanhado de um guia credenciado para ter paz.
O quiz que revela o continente com a sua vibe.
A sua próxima aventura começa agora.