Foto: Canva
por: Pedro Souza
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Ver o Everest de cima é um sonho possível sem esforço físico. Existem duas formas principais: o voo panorâmico de avião, que é a opção mais acessível, ou o helicóptero para quem busca exclusividade e proximidade.
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Os voos de avião, conhecidos como "Mountain Flights", partem de Katmandu (Nepal) ou Paro (Butão) e duram cerca de uma hora. Companhias renomadas como Buddha Air e Yeti Airlines operam essas rotas cênicas.
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O custo do avião varia entre US$ 150 e US$ 250. O segredo é garantir o assento na janela (lado esquerdo na ida). Muitas empresas oferecem a política de "janela garantida" ou reembolso caso o clima feche a vista.
Para uma experiência VIP, o helicóptero é imbatível. Voando mais baixo e devagar, ele permite pousos para fotos ou café da manhã nas montanhas, mas o preço é salgado, variando de US$ 1.000 a US$ 5.000 por pessoa.
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O calendário define a visibilidade. A época de ouro vai de outubro a abril, quando o céu está limpo e as montanhas nítidas. Evite a todo custo a estação das monções (junho a setembro), quando nuvens bloqueiam a visão.
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A natureza manda no cronograma. Como a operação depende 100% de condições visuais, atrasos e cancelamentos são rotina. Mantenha seu itinerário flexível e tente agendar o passeio para os primeiros dias da viagem.
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Então, como fazer o voo? A estratégia ideal é reservar com a Buddha Air ou Yeti Airlines entre outubro e abril, garantindo um assento na janela para ver o teto do mundo por cerca de 200 dólares.
O quiz que revela o continente com a sua vibe.
A sua próxima aventura começa agora.