Foto: Canva
por: Pedro Souza
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O segredo é esquecer os resorts de luxo que isolam o turista. Foque nas ilhas locais habitadas, como Maafushi e Thulusdhoo. Lá, em vez de bangalôs de mil dólares, você encontra guesthouses confortáveis a partir de R$ 130.
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A imersão cultural é rica, mas exige respeito aos costumes islâmicos. Para o banho de mar, busque a "Bikini Beach", áreas específicas nas ilhas locais onde turistas podem usar trajes de banho ocidentais sem restrições.
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O transporte é a chave da economia. Troque o hidroavião de US$ 600 pelos ferries públicos que custam centavos. Eles conectam as ilhas a Malé, mas atenção ao relógio: são lentos e não operam às sextas-feiras.
Fuja dos menus em dólar dos hotéis. Nas ilhas locais, frequente os cafés e restaurantes da vila para provar a culinária real pagando pouco. Além disso, aproveite o café da manhã que quase todas as guesthouses já incluem.
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O fundo do mar é acessível. Não pague tarifas de resort por passeios. Agências e pousadas locais vendem excursões para ver tubarões, bancos de areia e fazer snorkeling por uma fração do preço, começando em apenas US$ 25.
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O voo é o vilão do orçamento. Monitore promoções e prefira viajar na baixa temporada (maio a setembro). Tente coordenar a chegada do voo com o horário do ferry público para não precisar pernoitar na capital Malé.
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Então, como ir com preço de mochileiro? A fórmula é: fique em guesthouses em ilhas locais, use apenas ferry público e coma nos restaurantes da vila. Assim, 7 dias no paraíso custam a partir de US$ 700 (sem aéreo).
O quiz que revela o continente com a sua vibe.
A sua próxima aventura começa agora.