Foto: Canva
por: Pedro Souza
Esqueça o cilindro pesado. Em Bazaruto, a interação acontece na superfície, usando apenas máscara e snorkel. Como os tubarões-baleia se alimentam na flor da água, o mergulho livre é a modalidade padrão e mais eficiente.
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O calendário dita o sucesso. A temporada vai de outubro a abril, o verão africano. O excesso de plâncton na água atrai os animais, e embora reduza um pouco a visibilidade, é o fator crucial que garante o encontro.
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A base da aventura é a vila de Vilanculos, no continente. Ela serve como portal para o arquipélago, concentrando os lodges e as operadoras de mergulho que organizam as saídas de barco para o mar aberto.
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Não vá sozinho. A contratação de um operador turístico local é obrigatória. Eles possuem a experiência para rastrear os animais em áreas de alimentação específicas e fornecem o transporte seguro até os recifes.
A ética é vital. O Arquipélago é um Parque Nacional Marinho, então siga as regras rigorosamente: mantenha distância respeitosa, jamais toque no animal e não se separe do grupo para garantir a segurança de todos.
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A natureza é imprevisível. Mesmo na época certa, o avistamento não é 100% garantido. Uma dica estratégica é combinar a viagem com a praia de Tofo, outro "hotspot" famoso por esses animais em Moçambique.
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Então, como mergulhar? A fórmula é: viaje para Vilanculos entre outubro e abril, contrate um barco autorizado e prepare o snorkel para interagir na superfície com o maior peixe do oceano.
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O quiz que revela o continente com a sua vibe.
A sua próxima aventura começa agora.