Foto: Canva
por: Pedro Souza
O Delta do Okavango vive um paradoxo fascinante. Enquanto a terra ao redor seca no inverno, o delta inunda com águas vindas de Angola que demoram meses a chegar, criando um oásis vasto no meio do deserto de Kalahari.
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O verão (novembro a abril) traz as chuvas locais e a "Temporada Verde". A paisagem explode em vida com o nascimento de filhotes e a chegada de aves migratórias, sendo um paraíso para ornitólogos e fotógrafos.
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Porém, a chuva espalha a caça. Com água disponível em todo lugar e mata densa, os grandes mamíferos se dispersam, dificultando o avistamento. Prepare-se também para o calor intenso e a presença maior de mosquitos.
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A mágica acontece quando a chuva para. O clima seco e fresco do inverno força a vida selvagem a migrar em massa para o Delta. Predadores como leões e guepardos seguem as presas, garantindo um safári de ação intensa.
É o momento da água. As cheias de Angola atingem o pico entre junho e agosto, permitindo o icônico passeio de Mokoro. Deslizar silenciosamente por canais cristalinos em canoas tradicionais é a assinatura do Okavango.
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A Reserva de Moremi vira o epicentro da ação. Sendo área protegida, ela concentra uma densidade absurda de vida selvagem em ilhas cercadas pela cheia, oferecendo as melhores oportunidades de fotografia e avistamento.
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Então, quando ir? Para navegar de mokoro pelos canais cheios e ver a maior concentração de predadores com clima agradável, a janela imperdível é na estação seca, de junho a outubro, quando o delta ganha vida.
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O quiz que revela o continente com a sua vibe.
A sua próxima aventura começa agora.